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Júri condena madrasta a 26 anos de prisão por matar menina de 11 anos envenenada

10 Dez 2021 - 16:58

Da Redação

Júri condena madrasta a 26 anos de prisão por matar menina de 11 anos envenenada

Menina foi morta por envenenamento

Foto: Reprodução

Jaira Gonçalves de Arruda, de 43 anos, foi condenada nesta sexta (10), em Cuiabá, a 26 anos e oito meses de prisão em regime fechado pela morte, por envenenamento, da enteada Mirella Poliane de Oliveira, de 11 anos.

Diante das provas apresentadas, o Tribunal do Júri decidiu condenar a madrasta que buscava ter acesso a herança da menina no valor de R$ 800 mil. A herança é originária da morte da mãe da criança, ainda durante o parto, por conta de erro médico, em um hospital particular da cidade.  

Os jurados entenderam que a madrastra, conforme apontou a acusação, teria envenenado a menina por dois meses. A acusada negou o cometimento do crime e disse já estar vivendo dias horríveis na prisão.
 
A menina Mirella Poliane morreu no mês de junho de 2019, após ficar por meses dando entrada em hospitais passando mal. Segundo a acusação, o crime foi descoberto por acaso. Inicialmente, suspeitava-se que a menina teria sido violentada sexualmente – crime que foi descartado.
 
Contudo, o laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a menina, na verdade, teria sido envenenada. Logo na sequência, foram iniciadas as investigações que culminaram na prisão da suspeita, que teria, inclusive, tentado atrapalhar a perícia no corpo. A mulher nega o crime contra a enteada. 

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